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Conspiração brasileira à "la Bangu" ?

O texto da mensagem diz:

 "O seu grande amigo esta muito doente. Os médicos consideram que o risco é máximo, 10. O pior é que a esposa, que sempre tratou dele, agora está com câncer e com o mesmo risco. Os médicos acompanham os dois, dia e noite".

20 de maio de 2016 em São Paulo. Dilma escreve a mensagem pelo email iolanda2606@gmail.com - alertando Monica Moura e João Santana que a Lava Jato estava acompanhando o casal de perto.

Iolanda não é um codinome de Dilma Rousseff, mas Estela, Patricia, Luiza e Vanda, sim. Foram os nomes que Dilma Rousseff usou no passado, quando cometia crimes aterrorizantes em nome de um ideal comunista.

A Dilma era um agente muito importante
que não podia ir para a linha de frente.

Dilma “Era o cérebro da ação” - “Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela.” Dilma tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização, diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome “Leo”, que em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo.


Em 1969, Dilma Rousseff organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado.

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